Posts tagged Campanha
AeM – Diário de Aventuras – Sessão Zero
Mar 5th
Diário de Aventuras – Sessão Zero
Após certa ausência consegui organizar o diário de aventuras da minha campanha de D&D 4e, a Aventuras em Meliny. Para variar, o cenário escolhido é Meliny dos Inominattus, que, se tudo correr bem, deve ser publicado por aqui algum dia deste ou dos próximos anos. Fazer o que, os autores nunca conseguem chegar a um consenso sobre as bases do cenário pelo que me consta já divagamos até sobre preferências culinárias das raças. (more…)
AeM – Resumo de Campanha
Mar 4th
DATA: 04/03/2010 TEMAS DA CAMPANHA A campanha é sobre exploração de regiões selvagens e de ruínas, existindo a oportunidade de se resolver problemas tanto por meio da força como da diplomacia. Além disso, os personagens participaram do nascimento de uma nação, com as suas ações influenciando o que este reino virá a se tornar. No pano de fundo existem as divindades, que manipulam os mortais para aumentar a sua influência no mundo. (more…)
Campanhas de Férias
Jan 7th
Dicas para Mestres
Todo começo de ano, eu vejo as pessoas fazerem planos e promessas. Como não podia ser diferente, o mesmo acontece com os mestres de RPG, que se metem a arquitetarem novas campanhas. A coisa normalmente começa bem, tanto pela empolgação dos jogadores como pelo tempo disponível, mas o fim das férias de janeiro inevitavelmente afunda tal empreitada e todos ficam com aquele gosto amargo na boca.
Nova Campanha – Ascensão do Império Croma
Oct 11th
Ascensão do Império Croma
“O dragão do além-mar avança a cada dia, devorando tudo o que encontra. Entretanto, nós não desistiremos do nosso lar e lutaremos até o último suspiro.” - Earondis, Capitão Feérico Rebelde.
Deanor Saga – Arco II – Ato VIII
Apr 6th
Sonhos na Floresta
Dormindo apoiado em uma velha árvore que também lhe servia como cabana, Kizab Bazaar era atormentado pelos pesadelos que assombravam sua vida nos últimos anos. Jamais esqueceria aquele dia, tampouco o tormento que se acometera sobre sua vida meses antes. Cada palavra que disse ainda lhe queimava a garganta, mas não tanto quanto às que ouviu lhe doíam aos ouvidos. (more…)
Deanor Saga – Ato II – Arco VII
Mar 15th
Trilha de Sangue
Hector não perdeu tempo. Assim que colocou os pés em um galho suficientemente firme, iniciou sua perseguição particular ao pequenino muhan que maroto afastava-se um galho a cada novo avanço do soldado. Já haviam caminhado assim uma boa dezena de metros quando, tomado pela fúria, o guerreiro atirou contra o oponente a adaga que carregava consigo. Surpreendido, o macaquinho conseguiu esquivar-se por muito pouco do golpe que lhe seria fatal, mas não sem ferir-se de todo.
Deanor Saga – Arco II – Ato VI
Mar 7th
Visitas Indesejáveis
Quatro vultos cobertos por um pesado manto negro exalando um cheiro quase insuportável de carne podre adentraram na Taverna do Poço, aproximando-se do balcão onde Phillip conversava com alguns viajantes vindos de Cronn. Aproximaram-se muito mais do que o velho taverneiro gostaria, mas apenas os olhos amarelos eram visíveis sob o negrume do capuz. Uma voz gutural, arranhada, perguntou com algum esforço, como se não dominasse completamente o melin, o idioma comum dos homens. (more…)
Deanor Saga – Arco II – Ato V
Jan 30th
Muhans
Sob a luz de Phaélius que a essa altura já ia alto nos céus, Hector Taylor assistia impotente o pequeno muhan, uma espécie de macaco-aranha que infesta esta parte da Ponte de Endar, dançar alegremente sobre o parapeito de rocha, a poucos centímetros de um mergulho de mais de cem metros floresta adentro. (more…)
Deanor Saga – Arco II – Ato IV
Jan 9th
Tensões
Na Torre de Cronn, os preparativos para o Encontro do Conselho que se daria dentro de doze dias tiveram inicio. As estalagens prepararam-se para receber as caravanas advindas de toda Deanor trazendo os representantes das cidades, guildas e figuras ilustres que compõe o Conselho da Nação, além de seus empregados, mercenários contratados para a escolta, animais e escravos. (more…)
Deanor Saga – Arco II – Ato III
Jan 2nd
A Ponte de Endar
Phaélius, a barca celeste de Sargan, o Deus Sol, já subia alto nos céus. Sob seus pés o mundo continuava em sua marcha rítmica ao longo do Tempo. Por quantas provações ele já havia passado em tantos milênios de história era algo que escapava da lembrança de qualquer mortal. As guerras, tantas e tão constantes, o transformaram, modificando sua paisagem, seu clima, deixando marcas. Mas ele ainda era belo. A jóia dos deuses, que os fascinou antes do mundo ser mundo. Meliny. (more…)


































